Desistir ou não?

POST COISAS

Hoje eu quero refletir um pouco sobre desistências. Todas as pessoas em algum momento da vida começaram a realizar alguma tarefa na qual chegou ao ponto da desistência, e tudo bem. O objetivo aqui não é despertar sensações negativas em relação ao tema, pelo contrário, o meu objetivo é mostrar que em nossa rotina podemos sim escolher “deixar pra lá”.

A pessoa pode “deixar pra lá”, se aquele comportamento for repensado com calma e chegado à conclusão de que aquilo já não traz tantos benefícios assim, pensando principalmente na qualidade diária de vida do indivíduo e nos efeitos que manter essa ação pode estar gerando para o desenvolvimento emocional dessa pessoa.

O importante dentro do processo de desistência é compreender o porquê desses pensamentos e se essa é realmente uma escolha que a pessoa deseja fazer. Dentro desse processo a pessoa pode pensar em suas motivações, ou seja, nos motivos que a levaram a iniciar aquela tarefa e nos motivos que a estão levando a pensar em desistir.

O ato de desistir muitas vezes gera alguns sentimentos, sendo eles a culpa, arrependimento e até mesmo a sensação de fracasso. Devido a todas essas emoções negativas, as pessoas acreditam que desistir de algo é um comportamento extremamente prejudicial, e pode ser mesmo se for algo recorrente na vida do indivíduo.

Então desistir de algo que não vem sendo tão bom, pode gerar sentimentos positivos, despertando na pessoa outras motivações, outros planejamentos e até mesmo na contribuição para o desenvolvimento de novas tarefas.

O ser humano tem a habilidade natural de querer e conquistar seus objetivos e a desistência recorrente pode ser um obstáculo. Nesse momento é essencial que a pessoa se conecte com seus próprios desejos e entenda melhor que uma desistência que irá influenciar diretamente nessa conquista precisa ser repensada. Só é possível alcançar nossos objetivos através da disciplina e da persistência, as coisas não acontecem do dia para noite, sempre é preciso se organizar e se dedicar.

Outro ponto importante para pensar em relação ao processo de desistência, é a questão da superação. Se aqui estamos refletindo que tudo bem abandonar algumas tarefas, então é preciso ter consciência também de que é preciso superar. Quando a escolha é feita de forma consciente pensando em todos prejuízos e benefícios, é necessário olhar para frente e começar novamente.


Lauane A. C. Silva (CRP/SP 06/137216), psicóloga na cidade de Franca/SP e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, fundadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher. Fundadora e Consultora de Negócios do V.P.V Empreendedora (Empreendedorismo Feminino).


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