Sobre Ana Beatriz Junqueira Munhoz

Advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, militante dos direitos das mulheres, administradora do projeto Coisas que todo cidadão deve saber, diretora adjunta da OAB Franca/SP, Presidente da Comissão de Combate à Violência contra a Mulher OAB Franca/SP. Apaixonada pela vida, por livros, café, filmes e cachorro.

Larguei! E agora?!

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É possível passar por uma separação de forma saudável? Na verdade, é possível passar por praticamente qualquer situação em busca do equilíbrio, da aceitação e qualidade diária em nossos pensamentos e sentimentos. Lidar com algumas emoções negativas não é algo fácil e tranquilo. Após a separação a maioria das pessoas vivenciam diversos sentimentos negativos e de perda.

É preciso observar e compreender esses sentimentos, de modo que a pessoa possa entender que se afastar de alguém é algo natural das relações, e que chegar ao fim de um relacionamento, seja ele qual for, não significa que fracassamos ou que somos inferiores a alguém, só significa que aquele relacionamento não vinha trazendo benefícios suficientes para as partes envolvidas, a ponto de haver o término.

Dentro desse processo de separação as pessoas estão acostumadas a olharem somente para a “perda”, não abrindo possibilidade para o recomeço, para essa nova fase que se inicia. Todo tipo de mudança que ocorre em nossas vidas é preciso aprender a olhar para todos os aspectos, aqueles que realmente são negativos e também valorizar aqueles novos caminhos que podem e vão se abrir.

A separação é complicada em qualquer altura do relacionamento, seja namoro, noivado ou casamento, fazendo com que as pessoas vivenciem uma fase de sofrimento, perda e luto.

O sofrimento da perda existe por inúmeros motivos, sendo eles pessoais, cada pessoa vive a separação de uma forma, algumas podem sofrer mais ou menos do que as outras.
Para a superação desse “luto” é preciso saber administrar esses sentimentos e criar novos planos de mudança para essa nova fase da vida, afinal sua rotina e o seu dia a dia vão começar a mudar. 

Um dos principais passos em direção à superação é entender que de agora em diante a pessoa irá precisar realizar tarefas sem a presença do seu antigo parceiro.

É importante que invista em atividades que lhe dão prazer e que envolva outras pessoas que te agregam valor. Outro aspecto essencial para a superação é o investimento em cuidados pessoais, atividades físicas, roupas novas, um novo corte de cabelo, aprender novas habilidades e conhecer outros lugares.

Portanto, é possível sim superar e enfrentar essa separação de forma saudável e ir em busca do resgate da autoestima, autoconfiança e da independência emocional.

 


Lauane A. C. Silva (CRP/SP 06/137216), psicóloga na cidade de Franca/SP e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, fundadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher. Fundadora e Consultora de Negócios do V.P.V Empreendedora (Empreendedorismo Feminino).


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Fazer mais com menos!

Fazer mais com menos

A cada dia que passa sentimos que o tempo já não é mais o mesmo, que 24 horas acaba sendo pouco para o tanto de coisas que temos no dia a dia. Você sabe o que é produtividade? Existem formas de melhorar nosso rendimento no tempo?

Como dizem no mundo dos negócios, produtividade é “fazer mais com menos”, ou seja, é trabalhar de forma mais inteligente sem precisar aumentar o esforço, podendo concentrar seu tempo nas atividades que otimizam seus resultados. Quando penso nesse assunto, penso em encontrar ferramentas que possam nos ajudar nessa busca de ter mais tempo e utilizá-lo de forma mais eficiente e eficaz.

Uma ótima ferramenta para aumentar a produtividade com qualidade, é o método 5S, que pode ser aplicado tanto em empresas quanto na vida pessoal, que com ideias simples, auxilia nas tarefas diárias e melhora o ambiente, equilibrando os subsistemas produtivo, pessoal e comportamental. É um método oriental, mais especificamente japonês, que tem como objetivo proporcionar um ambiente limpo e organizado, diminuindo desperdícios e trazendo assim um ambiente mais agradável.

O conceito é baseado em cinco palavras japonesas: Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu e Shitsuke. Que em português são os “sensos”, senso de utilização (ter somente o necessário), senso de organização (arrumação), senso de limpeza e zelo (manter limpo e agradável), senso de saúde (higiene, asseio e qualidade de vida) e senso de autodisciplina (transformar os sensos em hábito). É importante ver os sensos como fases, comece pelo seiri, depois vá passando para os outros sensos, um complementa o outro.

Os sensos são de fáceis aplicações em sua casa ou ambiente de trabalho, como por exemplo o seiri, podemos separar o que é necessário do que é desnecessário e que está apenas ocupando espaço sem utilização nenhuma, dentro do armário, em cima da mesa, dentro da gaveta, na geladeira, entre outros. Podendo descartar aquilo que não serve mais, ou doá-lo para quem precisa, fazendo assim o bem para consigo e para com o outro.


Mariana Junqueira Munhoz  (CRA/SP 142114), Administradora pós-graduada em Finanças, sócia proprietária da Inova Escritório Virtual.

Não se cobre tanto!

cuide da própria vida

A autocobrança nos traz frustração, ansiedade, desespero, medo, ente outros, pois através dela muitas vezes buscamos atender expectativas irreais e atingir a perfeição.

Por varias vezes nos dispomos a entender a dor do outro, compreender seus motivos por tal comportamento, apoiado e tendo compaixão por ele. Porem quando nos referimos a nós mesmos acabamos por nos julgar não trabalhando amor próprio ou mesmo se apoiando.

É extremamente importante trabalhar o amor próprio, se conhecer e aceitar quem você realmente é. Enxergar sua situação atual para seguir em frente com mais clareza, se dar a oportunidade de tomar novas decisões, priorizando sua saúde mental e não olhando somente para o negativo.

Para isso é essencial que evite comparar sua vida, sua aparência, o momento em que você esta vivendo com a vida do vizinho ao lado, se cobrar para obter o mesmo não te leva a lugar algum.  Agora objetivos, metas, novos comportamentos, novos pensamentos sim, isso pode te levar a alcançar o que deseja.

Em vários momentos nos cobramos tanto, mas se quer procuramos avaliar a situação. Procure se conhecer observar o momento assim poderá tomar decisões mais efetivas e procurar uma forma de modificar e de se motivar.

Não fique preso no passado, ele deve ser visto na verdade apenas como forma de aprendizado, não como cobrança e nem culpa. Tenha autorresponsabilidade e seja você o guia de sua própria história.

Entenda que ninguém é perfeito e que podemos e devemos balancear as áreas de nossas vidas, pois não conseguimos ser 100% em tudo que realizamos e que esta tudo bem.

Cobranças são ruins e em nada ajudam uma pessoa a evoluir, busque identificar o seu proposito. Substitua suas cobranças por incentivo e motivação. Olhe para tudo que já tem ao invés de focar no que não tem.

O que pode fazer a partir de hoje por você com as ferramentas que tem? Trabalhe a seu favor e não contra você.

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Natália O. Ferreira  (CRP/SP 06/136783), psicóloga e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, idealizadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher.

A importância da Lei Maria da Penha

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Quem nunca ouviu falar da Lei Maria da Penha? Lei Federal n° 11.340/06 que tem por finalidade coibir a violência doméstica e familiar contra as mulheres.

A referida lei entrou em vigor apenas em setembro de 2006 e possui esse nome em homenagem a Sra. Maria da Penha Maia Fernandes que além de sofrer agressões, passou por duas tentativas de homicídio pelo seu ex-marido e ainda assim precisou lutar por mais de 19 anos, para que seu agressor fosse preso.

Diante de tanta negligência pela justiça brasileira, ela recorreu a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA), que acatou a denuncia e condenou o Brasil por não dispor de mecanismos suficientes e eficientes para proibir a prática de violência doméstica contra a mulher, sendo acusado de negligência, omissão e tolerância, além de recomendar a adoção de políticas públicas voltadas à prevenção, punição e erradicação da violência contra a mulher.

Apenas após essa condenação com repercussão internacional foi criada a Lei Maria da Penha.

Qual a importância dessa lei?

A Lei Maria da Penha foi um marco na prevenção e punição à violência doméstica, pois rompeu com o padrão social de impunidade dos agressores, criou mecanismos de proteção e assistência as vítimas, prevê a exigência da abertura de processo em caráter urgente, bem como a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (JVDFM).

No entanto, apesar de ser um grande avanço para a garantia dos direitos das mulheres, ainda faltam políticas públicas para a efetivação dessas garantias, falta PRIORIDADE dos nossos governantes, principalmente levando-se em consideração ser um problema cultural, em que a sociedade naturaliza a violência contra as mulheres, contribuindo significativamente para a sua perpetuação.

Portanto, conclui-se que a simples previsão legal não garante a efetiva tutela dos direitos das mulheres, sendo necessário um trabalho contínuo não só pelos órgãos públicos, mas por toda a sociedade, para que o cerne da lei seja incorporado e colocado em prática, só assim teremos mudanças efetivas e garantiremos a liberdade e segurança das mulheres brasileiras.


Ana Beatriz Junqueira Munhoz, advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, inscrita na OAB/SP n° 366.796, graduada na Faculdade de Direito de Franca.

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Cuidar da Própria Vida

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O objetivo deste pequeno texto é trazer de forma clara e simples o quanto cuidar de si mesmo é importante para o desenvolvimento emocional e pessoal. Em algum momento da vida as pessoas acabam se perguntando e auto avaliando o contexto em que estão vivendo e se estão realmente cuidando de si, e olhando com carinho para suas próprias necessidades.

Reclamamos sempre que o tempo está passando rápido demais, que os dias estão “voando”. Será que isso é real ou somos nós que vivemos em uma rotina tão agitada que mal percebemos o dia passar.

Durante o dia as pessoas escolhem inúmeras tarefas para realizarem, e esquecem o quanto é essencial escolher atividades que geram prazer, conforto, bem-estar, e que essa pequena tarefa pode modificar o dia a dia, fazendo com que a rotina seja mais saudável.

Cuidar de si, de suas necessidades físicas, emocionais e pessoais, criar hábitos saudáveis, se exercitar e se alimentar adequadamente, criar relacionamentos saudáveis e buscar crescimento pessoal, tudo isso faz parte de nós como seres humanos, e infelizmente muitas vezes deixamos isso de lado, nos negligenciamos o tempo todo.

Rodeados por problemas em casa, no trabalho e nas relações pessoais, somos pressionados sempre a tomar decisões e a realizar escolhas.

Vivemos nessa pressão dia a dia, em um contexto que nos frustra por diversas vezes e por diversos motivos, os dias passam e as pessoas se sentem mais cansadas, cada vez mais esgotadas.

Pare agora um pouco e reflita: “Somos obrigados a vivermos dessa forma?”, “Em qual momento eu escolho ser importante?”, “Eu estou me dando o direito de viver uma vida feliz e mais saudável?”.

Cuidar de nós mesmos é uma árdua tarefa, pois muitas vezes não conseguimos nos colocar em primeiro lugar. Muitos acreditam que essa tarefa seja impossível e que seria um ato até egoísta. Porém, para que a mudança ocorra, a vontade tem que partir de dentro de nós, pois somos totalmente responsáveis por nossas escolhas. O fato de nos sentirmos bem fisicamente não significa que estamos em completo bem-estar. Dentro da nossa vida existem vários aspectos que merecem ser cuidados, que merecem atenção. É preciso equilíbrio dessas áreas para que nosso emocional, nossa vida profissional, familiar e nossa saúde trabalhem de forma saudável, trazendo benefícios em nossa vida, e não prejuízos.

É, não é fácil, viver é algo que exige esforço e tempo.

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Lauane A. C. Silva (CRP/SP 06/137216), psicóloga e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, idealizadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher.

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Crime de Aborto

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No dia 25/02 lancei uma enquete na página com a pergunta: 📌Você é a FAVOR ✅ ou CONTRA ❎ a legalização do Aborto? E fui surpreendida com o resultado! Tivemos 31 votos no total, sendo 21 A FAVOR e 10 CONTRA.

Por ser um tema muito polêmico e que envolve vários aspectos: jurídicos, psicológicos, culturais, religiosos…acredito que muitas pessoas não votaram porque não possuem uma opinião formada ou então por ser um tema que causa diversos sentimentos nas pessoas, em algumas de empatia, outras de ódio e revolta.

É um desafio falar sobre o tema, mas conforme combinado vou falar um pouquinho sobre os aspectos jurídicos do “Aborto”.

Inicio esse texto com duas afirmações:

  • Aborto provocado é crime no Brasil
  • Mulheres abortam

O crime de Aborto está tipificado no Código Penal, no Título I “Dos Crimes contra a Pessoa”, Capitulo I “Dos Crimes contra a Vida”, especificamente nos artigos 124 à 128.

Temos alguns casos previstos em que o aborto provocado não é punível são eles:

  • Aborto necessário, quando há risco de vida a gestante;
  • Aborto sentimental, em caso de gravidez decorrente de estupro;
  • Em caso de gestação com anomalias fetais (desde o julgamento da ADPF 54 no ano de 2012 em casos de bebês anencéfalos).

Se o aborto provocado ocorrer em uma circunstância diferente das especificadas anteriormente será punível da seguinte forma:

  • Se provocado pela própria gestante ou com o seu consentimento a pena para essa mulher será de detenção de 1 a 3 anos;
  • Se provocado por um terceiro com o consentimento da gestante, a pena para esse terceiro será de reclusão de 1 a 4 anos; se não consentido será de 3 a 10 anos.

Será que a tipificação penal tem efetivamente impedido o crime?

Ressalto que os dados sobre o Aborto são frágeis, pois na maioria das vezes são feitos e permanecem na clandestinidade, no entanto alguns dados posso apresentar aqui:

  • A Pesquisa Nacional do Aborto do ano de 2016 aponta que 1 em cada 5 mulheres alfabetizadas da área urbana aos 40 anos já fizeram pelo menos 1 aborto
  • Conforme pesquisa da DataSus do ano de 2017 foram registradas 177.464 curetagens pós-abortamento e 13.046 esvaziamentos do útero o que juntas totalizam 190.510 internações
  • Pelo Ministério da Saúde do ano de 2016 o Aborto é a 5° causa de morte materna no Brasil

Certo! E por que é tão necessário saber as estatísticas? Falar sobre o assunto?

Porque o aborto faz parte da vida reprodutiva de muitas mulheres no Brasil, e a punição vem após a morte do feto e muitas vezes da própria mulher que abortou, e então quem foi salvo? Ninguém!

Apenas a tipificação penal do Aborto não é suficiente para inibir o crime, por isso precisamos pesquisar o porquê do aborto ocorrer, das razões que abarcam o aborto para então pensarmos em políticas públicas eficientes.

Ressalto a importância de diferenciarmos sobre ser “a favor” do aborto (que significa: acho certo mulheres abortarem!) de ser “a favor” da DESCRIMINALIZAÇÃO do aborto (que significa: não acho que prender a mulher que abortou seja eficaz no combate ao aborto).

O tema é polêmico, afinal quem é CONTRA a legalização do aborto defende:

  • o direito a vida
  • a existência do corpo do feto que se difere do da mãe
  • dignidade humana desse embrião
  • Entre outras

Enquanto quem é a FAVOR da legalização do aborto defende:

  • Ser uma questão de saúde pública
  • A liberdade de decidir
  • Por ser uma questão de justiça social e racial
  • Entre outras

Termino esse texto dizendo que é necessário não fecharmos os olhos para esse tema, independente se você é a FAVOR ou CONTRA a legalização do aborto, precisamos falar, estudar e pesquisar esse tema para juntos encontrarmos uma solução baseada nos princípios éticos aliados a empatia.

Obrigada por ter chegado até o final desse texto, não deixe de expressar sua opinião com respeito a opinião das outras pessoas.

Até breve!

Fontes:

http://anis.org.br/wp-content/uploads/2016/12/Pesquisa-Nacional-do-Aborto-2016-Nota-de-Imprensa.pdf

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_epidem_obito_materno.pdf

http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sih/cnv/nibr.def

http://datasus.saude.gov.br/

 


Ana Beatriz Junqueira Munhoz, advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, inscrita na OAB/SP n° 366.796, graduada na Faculdade de Direito de Franca.

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Inadimplência na empresa

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Infelizmente o cenário econômico brasileiro atual não está estável, temos um alto número de desemprego e a realidade é que os salários são baixos, o que tem contribuído para o aumento do número de inadimplentes nos últimos anos.

O alto número de inadimplência em uma empresa pode inviabilizar a sua continuidade, por isso é necessário um olhar criterioso para encontrar a solução para esse problema.

E o que fazer?

Primeiramente, é importante entender que a melhor forma de reduzir a inadimplência é evitando-a. Como?

• As formas mais seguras para receber são por depósitos, transferências e cartões de crédito ou débito.
• Quando oferecer crédito, seja criterioso em saber se o cliente possui boa reputação, no entanto, não ofereça valores de crédito muito altos.
• Sempre que possível faça um contrato escrito com as especificações do pagamento e o que pode ocorrer em caso de inadimplência.
• Comunique seu cliente antes do vencimento (Você não irá cobrar, mas comunicar que o boleto ou a data de pagamento é no dia seguinte, ou no dia tal!)

 

Mesmo após todos os cuidados, ainda assim o cliente ficou inadimplente. E agora? 🧐
• A ação deve ser imediata! Quanto mais tempo demora para cobrar, mais difícil fica de receber!
• Envie uma carta registrada, com aviso de recebimento, explicando que se caso não ocorrer o adimplemento em um prazo de 7 (sete) dias, serão tomadas as ações judiciais adequadas.
• Se possível, corte totalmente o fornecimento.
• Proteste a dívida no cartório e inscreva o nome do devedor no SCPC e SERASA (avise antes que tomará essa providência)

Se nada der certo! A única alternativa que falta é a ação judicial apropriada.

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Ana Beatriz Junqueira Munhoz, advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, inscrita na OAB/SP n° 366.796, graduada na Faculdade de Direito de Franca.

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