Sobre Ana Beatriz Junqueira Munhoz

Advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, militante dos direitos das mulheres, administradora do projeto Coisas que todo cidadão deve saber, diretora adjunta da OAB Franca/SP, Presidente da Comissão de Combate à Violência contra a Mulher OAB Franca/SP. Apaixonada pela vida, por livros, café, filmes e cachorro.

Vamos problematizar?!

Vamos problematizar?! Eu sei que esse meu senso crítico as vezes incomoda, mas sinto uma vontade incontrolável de passar meus pensamentos para o papel. Para você que gosta de problematizar, vem comigo! E para você que está pensando, que chato! Pare de ler! Simples assim ok?!

Hoje, doze de outubro de um ano incomum, ano que percebemos o quanto somos mortais, frágeis e pequenos perante um universo que não perdoa; um ano que as prioridades do ser atropelaram o “ter”, ao menos para mim!

Eu, que não possuo religião, mas uma religiosidade inerente, em seu sentido amplo e espiritual, não irei falar sobre o dia de Nossa Senhora Aparecida, mas sim, do dia das crianças, uma data totalmente “comercial”, daqueles que nos fazem “consumir”, presentear e “alegrar” nossas crianças.

Enquanto as crianças que me rodeiam possuem um lar, alimento, saúde, educação, e lógico BRINQUEDOS, muitas crianças cuidam de seus irmãozinhos para seus pais saírem em busca da sobrevivência deles e dos seus, e aqui digo SOBREVIVENCIA, no seu mais singelo sentido, temos outras crianças que na tenra idade não possuem os pais provedores, e logo cedo precisam lidar com a vida, essa mesma: nua e crua, cheia de desigualdades, ah! Mas, quem sabe, o “mérito nosso de cada dia” um dia os salve!

Na certeza do sistema que vivo, que oprime e “negocia” oportunidades, em que a empatia por vezes se mostra rara, e em outras se mostra vivenciada, datas como essas “dia das crianças, dos namorados, dos pais…” datas comerciais que priorizam “TER”, que angustia parte da sociedade, afinal nem todos os pais podem comprar brinquedos, nem todas as crianças possuem um pai para dar suas cartinhas elaboradas na escola e nem todo casal de namorados estão vivendo relacionamentos saudáveis e algumas mães podem não estar em sua melhor fase na maternidade…mas, não é isso que importa, pois você vai comprar um presente, pedir um jantar, e seguir em frente na sua vida.

Mas, e daí?! Você pode gastar com o que quiser não é mesmo?! Mas, eu também posso problematizar e te fazer pensar um pouquinho! E se reinventarmos as datas comemorativas de forma a não buscarmos tanto consumo, que tal no dia das crianças ensinarmos nossos filhos sobre a importância de não acumularmos o ter e de aperfeiçoarmos o nosso ser?! Ensinar a trocar e dividir brinquedos, a praticar a gratidão (pois o que ele(a) tem pode ser que outras crianças não tenham) e a pensar juntos em como podemos tocar o coração um dos outros e buscarmos um mundo melhor e mais justo, onde todas as crianças possuam o direito de “serem crianças”.

Ana Beatriz Junqueira Munhoz, advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, inscrita na OAB/SP n° 366.796, graduada na Faculdade de Direito de Franca e ativista do direito das mulheres

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Desintoxicação do romantismo

Há algum tempo venho me descontruindo e me reconstruindo de acordo com as consciências que adquiri com minhas experiências de vida, de sentir e de amar. Acredito na necessidade de “boas” escolhas, e aqui coloco boas entre aspas, porque sei que o BOM é relativo, o que é bom para mim, pode não ser bom para você, e a recíproca poderá ser verdadeira.

Enfim, de varias metamorfoses vivenciadas  e de desintoxicações necessárias, a de mais impacto  foi a desintoxicação do romantismo, sim, afirmo necessária e imediata para todas as mulheres.

Como a maioria das meninas fui criada ouvindo contos de fadas, e incentivada a leitura de livros sobre romances, então desde cedo aprendi a apreciar a poesia e a buscar sentimentos profundos, inclusive, cheguei a acreditar em um “par perfeito”, sem defeitos mesmo!!

Meus pais me ensinaram a importância do amor e da fidelidade entre os casais e do quanto a união entre pessoas devem possuir como base o respeito mútuo, você que chegou até aqui deve estar se perguntando, não há nada de errado nisso?! E com certeza não há!

No entanto, esqueceram de me contar que todos nós, seres humanos, somos falíveis, que vivemos em uma sociedade em que mulheres são ensinadas a sonhar com príncipes e a “se darem o respeito” porque, senão, a “culpa” de eventual violência será dela, mas por outro lado homens são ensinados a não levar desaforo para casa, a fazer sexo como na pornografia, e são ensinados que os desejos e as traições são inerentes ao corpo masculino e que por isso devem ser perdoados com facilidade.

Esqueceram de me contar que um em cada três casamentos terminam em divórcio e que uma em cada cinco mulheres já sofreram algum tipo de violência física ou sexual.

E no meio de alguns relacionamentos e algumas ficadas encontrei meu marido, tem pessoas que dizem que foi grande sorte ele ter me encontrado, mas outros podem pensar que foi um grade azar rsrs…afinal, em minha jornada fui me desfazendo do amor romântico, baseando meu relacionamento em situações reais (não em expectativas!), exigindo liberdade de ser quem eu sou, de fazer minhas próprias escolhas e de mostrar minha voz e indignação pelas injustiças do mundo para todos ao meu redor, o que traz consequências – boas e ruins – mas ao mesmo tempo, não exijo nada do meu companheiro de vida, apenas o deixo ser quem ele é, o incentivando a ser cada vez melhor, sem expectativas e sem amarras.

E seguimos juntos buscando cada dia mais liberdade, mas ao mesmo tempo estando cada dia mais juntos, na certeza que não somos a “metade da laranja”  e muito menos “alma gêmeas”, na verdade buscamos ser laranjas inteiras, almas completas que dividem o amor pela vida juntos (enquanto valer a pena!).

Guria, não espere ser salva por ninguém, não espere cuidados, não espere flores, salve a si mesma, cuide de si, se ame, compre flores e acima de tudo SEJA FELIZ!

Finalizo esse texto citando uma poesia da Amanda Lovelace:

“quando

alguém

se oferece para

salvar você

faça disso

a missão

para

salvar a si mesma

-acredito em você”

E aí, você já se desintoxicou do romantismo hoje?!

Ana Beatriz Junqueira Munhoz, advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, inscrita na OAB/SP n° 366.796, graduada na Faculdade de Direito de Franca e ativista do direito das mulheres

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Ter ansiedade é NORMAL?

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O ser humano hoje vive em um mundo ansioso, onde os níveis de ansiedade estão muito altos, e onde o nível de estresse vem aumentando cada vez mais.

A ansiedade é algo natural do ser humano, todos nós vivenciamos seus sintomas em vários momentos da nossa rotina, afinal ela está aqui para nos alertar e nos proteger. Nesse aspecto de proteção e alerta é importante saber que essa é a ansiedade natural e instintiva. Em outros casos poderá ser encontrado o “transtorno da ansiedade”, onde ela já não está aqui para gerar benefícios e sim prejuízos significativos no cotidiano do indivíduo.

Os sintomas principais dos transtornos de ansiedade são os pensamentos acelerados, a preocupação excessiva, o medo de situações corriqueiras, e algumas alterações físicas, como a aceleração cardíaca, respiração ofegante, sudorese e sensação de cansaço.

As pessoas que vivem com esse tipo de ansiedade lidam com diversas perdas e danos diários, pois muitas vezes elas se sentem pressionadas ou incapazes de realizar determinada tarefa. Então uma ansiedade que poderia ser usada como um motivador, acaba sendo usada como algo paralisante, o sintoma do nervosismo trava o indivíduo, impedindo de concretizar algo planejado ou algum compromisso importante.

A ansiedade excessiva pode acabar afetando a vida das pessoas em vários aspectos, trazendo consequências no trabalho, nas relações amorosas e até mesmo no corpo – tudo isso contribuindo muito para a piora do quadro de ansiedade.

As questões psicológicas devem ser levadas a sério e também com muito respeito, as pessoas precisam dar devida atenção para a saúde mental assim como dão para a saúde física. Quando percebemos a alteração constante do humor, um nível muito elevado de algum medo ou preocupação é necessário a auto-observação e a procura por ajuda. Quando a ansiedade começa a gerar perdas é essencial que a pessoa procure um suporte psicológico, pois os sintomas podem se agravar.

É importante saber que as opções de apoio e suporte psicológico disponíveis são seguras e ajudam a melhorar e a controlar a situação. É um processo de dentro para fora, e o passo principal é a aceitação da situação e a busca pela mudança.

Muitas pessoas ainda tem muitos medos e preconceitos em relação ao processo de psicoterapia e ajuda psicológica, e é preciso mudar esse tipo de crença que foi desenvolvida em nossa cultura, já que todas as pessoas precisam cuidar das emoções e da qualidade diária dos próprios pensamentos e comportamentos.


Lauane A. C. Silva (CRP/SP 06/137216), psicóloga na cidade de Franca/SP e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, fundadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher. Fundadora e Consultora de Negócios do V.P.V Empreendedora (Empreendedorismo Feminino).


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Planejamento: o sucesso de uma empresa.

O sucesso de uma empresa

Estamos vivendo num momento político e econômico no qual a única saída para muitos brasileiros está sendo empreender, mesmo sem qualificação, instruções e orientações de como abrir e gerenciar uma empresa. Mas o que é empreender? De um modo geral, é quando você cria um novo negócio ou inova dentro de um negócio que já existe.

No entanto, muitas pessoas que estão abrindo seus negócios ou que já tenham sua empresa em andamento, não entendem para que serve e se é realmente importante a elaboração de um plano de negócio. Mas esse plano é de grande importância para o sucesso da empresa, devendo segui-lo e sempre atualizá-lo, pois não adianta ter um plano e deixá-lo dentro da gaveta.

De acordo com dados de uma pesquisa do Sebrae – Serviço de Apoio às micro e pequenas empresas (2018), cerca de 1 a cada 4 empresas registradas no CNPJ fecha antes de completar dois anos no mercado do Estado de São Paulo — ou seja, 23,7% não sobrevivem. De acordo com Paulo Valery, consultor do Sebrae, 60% das empresas fecham por não ter um plano de negócio definido.

É com o planejamento que conseguimos minimizar os erros e os riscos, e otimizar os possíveis retornos da empresa. O Plano de negócio ajuda a identificar os objetivos do negócio, os recursos e as estratégias necessárias, fazer um estudo de mercado, conhecer seus clientes e potenciais clientes para abordá-los da melhor maneira, entre outras vantagens de organização, análise, acompanhamento, controle e diagnóstico do empreendimento.

Portanto, quanto mais o empreendedor tiver informações sobre seu ramo de atividade e sobre sua empresa, maiores são as chances de sucesso. Não importa o tamanho da empresa, se é um negócio feito no fundo do quintal de sua casa ou se você tem um imóvel próprio para aquela atividade, se você está pensando em abrir ou se já tem o negócio em andamento, em todos os casos eu te garanto: Vale à pena investir um pouco de seu tempo na elaboração de um bom Plano de Negócio!


Mariana Junqueira Munhoz  (CRA/SP 142114), Administradora pós-graduada em Controladoria, Auditoria, Finanças e Planejamento Tributário, sócia proprietária da Inova Escritório Virtual.

Desistir ou não?

POST COISAS

Hoje eu quero refletir um pouco sobre desistências. Todas as pessoas em algum momento da vida começaram a realizar alguma tarefa na qual chegou ao ponto da desistência, e tudo bem. O objetivo aqui não é despertar sensações negativas em relação ao tema, pelo contrário, o meu objetivo é mostrar que em nossa rotina podemos sim escolher “deixar pra lá”.

A pessoa pode “deixar pra lá”, se aquele comportamento for repensado com calma e chegado à conclusão de que aquilo já não traz tantos benefícios assim, pensando principalmente na qualidade diária de vida do indivíduo e nos efeitos que manter essa ação pode estar gerando para o desenvolvimento emocional dessa pessoa.

O importante dentro do processo de desistência é compreender o porquê desses pensamentos e se essa é realmente uma escolha que a pessoa deseja fazer. Dentro desse processo a pessoa pode pensar em suas motivações, ou seja, nos motivos que a levaram a iniciar aquela tarefa e nos motivos que a estão levando a pensar em desistir.

O ato de desistir muitas vezes gera alguns sentimentos, sendo eles a culpa, arrependimento e até mesmo a sensação de fracasso. Devido a todas essas emoções negativas, as pessoas acreditam que desistir de algo é um comportamento extremamente prejudicial, e pode ser mesmo se for algo recorrente na vida do indivíduo.

Então desistir de algo que não vem sendo tão bom, pode gerar sentimentos positivos, despertando na pessoa outras motivações, outros planejamentos e até mesmo na contribuição para o desenvolvimento de novas tarefas.

O ser humano tem a habilidade natural de querer e conquistar seus objetivos e a desistência recorrente pode ser um obstáculo. Nesse momento é essencial que a pessoa se conecte com seus próprios desejos e entenda melhor que uma desistência que irá influenciar diretamente nessa conquista precisa ser repensada. Só é possível alcançar nossos objetivos através da disciplina e da persistência, as coisas não acontecem do dia para noite, sempre é preciso se organizar e se dedicar.

Outro ponto importante para pensar em relação ao processo de desistência, é a questão da superação. Se aqui estamos refletindo que tudo bem abandonar algumas tarefas, então é preciso ter consciência também de que é preciso superar. Quando a escolha é feita de forma consciente pensando em todos prejuízos e benefícios, é necessário olhar para frente e começar novamente.


Lauane A. C. Silva (CRP/SP 06/137216), psicóloga na cidade de Franca/SP e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, fundadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher. Fundadora e Consultora de Negócios do V.P.V Empreendedora (Empreendedorismo Feminino).


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Fim: o início de um novo ciclo.

Fim - o início de um novo ciclo

Sempre no fim do ano me pergunto: Consegui atingir os objetivos que eu queria para esse ano que está acabando? Mas como conquistar todas essas metas e objetivos que desejo para a minha vida? Como vou conseguir realizar meus sonhos? Será possível?

Todas essas perguntas respondemos de uma forma: com planejamento. Mas o que é planejamento? Se o tempo já está tão escasso, para que “perder” meu tempo com planejamento?

“Deixa a vida me levar, vida leva eu”. Para onde ela quiser? Mas e se, como na maioria das vezes, ela me levar para onde eu não queria estar? Existe maior perda de tempo do que deixar o tempo passar e ver seus sonhos e objetivos ficando pelo meio do caminho?

Nos planejamos para termos uma direção, um sentido e um propósito. Para podermos traçar um caminho de forma a realmente alcançarmos nossos objetivos, já pensando nos obstáculos (imprevistos) que podem aparecer, e como passar (superar) por eles. Mas com isso, já surge mais uma dúvida: Como pensar em obstáculos que podem aparecer no meu caminho se não sou vidente?

Nesse momento o planejamento surge para sanar todas essas dúvidas e mais, para conseguirmos definir o que realmente queremos, colocar prioridades, prazos, quantificar para saber quanto de dinheiro irei precisar para conseguir realizar esse meu plano, criar projeções de acordo com o ambiente em que vivemos, já criando assim planos de ações caso esse cenário projetado se concretize, sempre revisando e ajustando para a realidade, para que assim, o ciclo continue até a sua concretização. O planejamento serve então, para termos sucesso nas buscas de nossas realizações e com isso aumentar até a nossa produtividade.

Mas eu tenho todo o meu planejamento definido e desenhado na minha mente! Você acredita ser suficiente com tantas mudanças que acontecem no mundo e na nossa vida diariamente? Pegue a caneta e o papel, e comece a escrever!

O planejamento consiste mais especificamente, na identificação, análise, definições de etapas (processos) de acordo com nossos propósitos, objetivos e desafios, a fim de alcançar de forma mais eficiente e eficaz possível nossos objetivos. Nós não podemos esperar acontecer por algum milagre aquilo que desejamos, nós temos que correr atrás, mas para isso, saber exatamente o que fazer para chegar lá.

Então, tudo o que desejo nesse fim de ano é que você consiga planejar um 2020 maravilhoso e cheio de conquistas! Boa sorte e mão na massa!


Mariana Junqueira Munhoz  (CRA/SP 142114), Administradora pós-graduada em Controladoria, Auditoria, Finanças e Planejamento Tributário, sócia proprietária da Inova Escritório Virtual.

Problema Psicológico.

cuide da própria vida (1)

Problema Psicológico.

Em todo meu tempo enquanto profissional, por varias vezes paciente/cliente novo que chegam ao meu consultório já vem com varias informações coletadas de forma incorreta que na maioria das vezes podem ser prejudiciais para seu desenvolvimento e por varias vezes não se enquadram em seu caso.

A ideia de hoje é fazer vocês pensarem em como adquirimos essas informações. A acessibilidade à internet é ótima, a quantidade de informações que adquirimos todos os dias através desta ferramenta é perfeita.  Porem todo cuidado é pouco, pensando que com a era digital temos a impressão que podemos ter a resposta para tudo em nossas mãos, mas falar de saúde mental em apenas um toque na tela do celular nos traz um diagnostico equivocado.

O que os pacientes mais falam: “Eu vi no Google que os meus sintomas se enquadram em depressão/ansiedade/transtorno de personalidade borderline”.

Não deixe que sintomas encontrados na internet definam você, acredito que você já tenha varias coisas para solucionar e mais coisas para pensar e não precisa de mais preocupações.

Claro que se você suspeita se algo antes de se preocupar excessivamente e pesquisar no Google sobre o que te incomoda procure um profissional. Não assuma nenhuma patologia antes do tempo.

Para esclarecer, o DSM é um Manual de Diagnostico e Estatísticas de Transtornos Mentais usados por profissionais para definir como é feito o diagnostico de transtornos mentais.

Nele encontramos que o diagnóstico deve ser feito após testagem, observação, analise realizado por um profissional que ira detectar e afirmar qual tipo de transtorno se enquadra. E para que isso seja confirmado também é necessário levar em consideração a frequência e predominância especifica do transtorno.

Por estes fatos colocados acima não se precipite, sempre procure um profissional.

Psicóloga: Natália Oliveira Ferreira    CRP: 06/136783 – SP

Aposentadoria Especial. Posso continuar trabalhando?

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DEPENDE!

📍No entendimento do INSS, o aposentado poderá continuar exercendo atividade remunerada, desde que não seja em condições especiais.

Ocorre que, a aposentadoria especial (que possui o tempo reduzido) tem por finalidade “proteger” o trabalhador que exerce a sua profissão em ambiente de trabalho considerado prejudicial a saúde, se após a concessão da aposentadoria o trabalhador permanecer nesse ambiente ,sua saúde continuará a ser prejudicada e então, a aposentadoria especial perde sua “razão de ser”.

Por isso, em regra, a aposentadoria especial acarretaria a extinção do contrato de trabalho, no entanto, há uma grande polêmica no “meio” jurídico, pois entende-se que restringir o exercício da profissão desse aposentado (a) seria uma afronta ao direito constitucional ao livre exercício de qualquer trabalho ou profissão.

🤔 E quais são as consequências de continuar exercendo a mesma profissão?

Se o aposentado continuar trabalhando em condições especiais (na mesma empresa ou em outra!) o pagamento do benefício poderá ser CANCELADO, salvo se no prazo de 60 dias da notificação do INSS, comprovar que o exercício dessa atividade ou operação foi encerrado.

IMP! Se o benefício for suspenso (para após 60 dias ser cancelado) e esse aposentado manifestar interesse em continuar trabalhando, será necessário buscar um advogado para evitar o cancelamento judicialmente.


Ana Beatriz Junqueira Munhoz, advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, inscrita na OAB/SP n° 366.796, graduada na Faculdade de Direito de Franca.

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Larguei! E agora?!

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É possível passar por uma separação de forma saudável? Na verdade, é possível passar por praticamente qualquer situação em busca do equilíbrio, da aceitação e qualidade diária em nossos pensamentos e sentimentos. Lidar com algumas emoções negativas não é algo fácil e tranquilo. Após a separação a maioria das pessoas vivenciam diversos sentimentos negativos e de perda.

É preciso observar e compreender esses sentimentos, de modo que a pessoa possa entender que se afastar de alguém é algo natural das relações, e que chegar ao fim de um relacionamento, seja ele qual for, não significa que fracassamos ou que somos inferiores a alguém, só significa que aquele relacionamento não vinha trazendo benefícios suficientes para as partes envolvidas, a ponto de haver o término.

Dentro desse processo de separação as pessoas estão acostumadas a olharem somente para a “perda”, não abrindo possibilidade para o recomeço, para essa nova fase que se inicia. Todo tipo de mudança que ocorre em nossas vidas é preciso aprender a olhar para todos os aspectos, aqueles que realmente são negativos e também valorizar aqueles novos caminhos que podem e vão se abrir.

A separação é complicada em qualquer altura do relacionamento, seja namoro, noivado ou casamento, fazendo com que as pessoas vivenciem uma fase de sofrimento, perda e luto.

O sofrimento da perda existe por inúmeros motivos, sendo eles pessoais, cada pessoa vive a separação de uma forma, algumas podem sofrer mais ou menos do que as outras.
Para a superação desse “luto” é preciso saber administrar esses sentimentos e criar novos planos de mudança para essa nova fase da vida, afinal sua rotina e o seu dia a dia vão começar a mudar. 

Um dos principais passos em direção à superação é entender que de agora em diante a pessoa irá precisar realizar tarefas sem a presença do seu antigo parceiro.

É importante que invista em atividades que lhe dão prazer e que envolva outras pessoas que te agregam valor. Outro aspecto essencial para a superação é o investimento em cuidados pessoais, atividades físicas, roupas novas, um novo corte de cabelo, aprender novas habilidades e conhecer outros lugares.

Portanto, é possível sim superar e enfrentar essa separação de forma saudável e ir em busca do resgate da autoestima, autoconfiança e da independência emocional.

 


Lauane A. C. Silva (CRP/SP 06/137216), psicóloga na cidade de Franca/SP e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, fundadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher. Fundadora e Consultora de Negócios do V.P.V Empreendedora (Empreendedorismo Feminino).


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Fazer mais com menos!

Fazer mais com menos

A cada dia que passa sentimos que o tempo já não é mais o mesmo, que 24 horas acaba sendo pouco para o tanto de coisas que temos no dia a dia. Você sabe o que é produtividade? Existem formas de melhorar nosso rendimento no tempo?

Como dizem no mundo dos negócios, produtividade é “fazer mais com menos”, ou seja, é trabalhar de forma mais inteligente sem precisar aumentar o esforço, podendo concentrar seu tempo nas atividades que otimizam seus resultados. Quando penso nesse assunto, penso em encontrar ferramentas que possam nos ajudar nessa busca de ter mais tempo e utilizá-lo de forma mais eficiente e eficaz.

Uma ótima ferramenta para aumentar a produtividade com qualidade, é o método 5S, que pode ser aplicado tanto em empresas quanto na vida pessoal, que com ideias simples, auxilia nas tarefas diárias e melhora o ambiente, equilibrando os subsistemas produtivo, pessoal e comportamental. É um método oriental, mais especificamente japonês, que tem como objetivo proporcionar um ambiente limpo e organizado, diminuindo desperdícios e trazendo assim um ambiente mais agradável.

O conceito é baseado em cinco palavras japonesas: Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu e Shitsuke. Que em português são os “sensos”, senso de utilização (ter somente o necessário), senso de organização (arrumação), senso de limpeza e zelo (manter limpo e agradável), senso de saúde (higiene, asseio e qualidade de vida) e senso de autodisciplina (transformar os sensos em hábito). É importante ver os sensos como fases, comece pelo seiri, depois vá passando para os outros sensos, um complementa o outro.

Os sensos são de fáceis aplicações em sua casa ou ambiente de trabalho, como por exemplo o seiri, podemos separar o que é necessário do que é desnecessário e que está apenas ocupando espaço sem utilização nenhuma, dentro do armário, em cima da mesa, dentro da gaveta, na geladeira, entre outros. Podendo descartar aquilo que não serve mais, ou doá-lo para quem precisa, fazendo assim o bem para consigo e para com o outro.


Mariana Junqueira Munhoz  (CRA/SP 142114), Administradora pós-graduada em Finanças, sócia proprietária da Inova Escritório Virtual.