50% DE DESCONTO EM EVENTOS PARA IDOSOS

desconto idoso

Como já dizia a escritora Simone de Beauvoir: “A velhice é a paródia da vida”, envelhecer é comum em todos os seres humanos.

No Brasil a expectativa de vida está em constante crescimento, e precisamos nos preocupar com a população idosa e garantir melhor qualidade de vida para essa população.

É inquestionável que o prazer é um fator fundamental para o bem-estar e pode ter efeitos positivos na saúde mental.

Com o fim de assegurar aos idosos atividades prazerosas e incentivar a participação em eventos artísticos, culturais, esportivos e de lazer com uma consequente interação social, o Estatuto do Idoso (Lei n° 10.741/03) em seu artigo 23 impõe ao agente prestador de serviço garantir ao idoso a aquisição do ingresso com desconto de no mínimo 50%.

Além disso, faz-se necessário garantir o acesso preferencial aos respectivos locais.

Infelizmente, muitas entidades insistem em não respeitar esse direito, o que nos deixa claro o quanto é necessário fazer um trabalho de conscientização da sociedade sobre a importância do respeito aos direitos dos idosos, além de informar essa população idosa sobre seus direitos e como fazer com que seus direitos sejam respeitados.

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Ana Beatriz Junqueira Munhoz, advogada no escritório Junqueira Munhoz Advocacia, inscrita na OAB/SP n° 366.796, graduada na Faculdade de Direito de Franca.

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Reflexão: Comportamento & Tomada de Decisões

imagem do artigo

Durante a vida as pessoas passam por momentos em que se encontram sem alternativas, mas na verdade essas sempre existem, o problema é que muitas vezes as pessoas se veem perdidas e sem saber qual direção tomar.

Se parar para pensar é possível perceber que escolhemos infinitas vezes durante a correria do dia a dia. Escolhemos qual horário vamos acordar, quais roupas vamos vestir, e até mesmo se haverá café da manhã ou não. Enfim, essas são pequenas decisões, que optamos por fazer de forma automática e que não damos tanta importância.

Uma dificuldade comum é quando uma pessoa não sabe passar por um processo de tomada de decisões e acaba se frustrando ou se arrependendo depois.

Tomar decisões é algo que exige esforço, cautela e planejamento, pois diante da decisão tomada, colhemos na sequência (curto/médio/longo prazo) os resultados, que podem gerar consequências em nós mesmos, em outras pessoas e até mesmo no futuro.

Quando chega o momento de pensar em tomada de decisões é importante parar e refletir sobre os resultados que podem gerar, qual é a mudança e o efeito que essa escolha pode produzir. É justamente por conta desses resultados que as pessoas se encontram com tantas dificuldades em tomar decisões, pois é preciso arcar com a responsabilidade das consequências de seus comportamentos.

Existem algumas formas de pensar antes de entrar com a tomada de decisões e o primeiro passo é compreender que não se pode ter tudo!

O segundo passo é fazer um levantamento de todas opções disponíveis, e após isso é uma boa alternativa olhar para as consequências positivas e negativas que cada opção poderá gerar em sua vida, ou seja, usar o pré-julgamento visualizando quais serão os benefícios e os prejuízos colhidos nessa tomada de decisão, se pergunte: “o que sua escolha pode acarretar em termos de perdas e ganhos?”.

Para que uma boa decisão seja tomada o mais importante é realiza-la de forma consciente e planejada!

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Lauane A. C. Silva (CRP/SP 06/137216), psicóloga e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, idealizadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher.

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ESCRAVIDÃO CONTEMPORÂNEA

escravidão

Por mais que pensamos que escravidão é fato do passado e que não acontece na atualidade, ainda é possível observar alguns trabalhadores em condições análogas a de escravo. Somente no ano de 2015 foram liberados 1.111 (um mil cento e onze) trabalhadores da condição análoga a de escravo, conforme dados Ministério do Trabalho.
Segundo a norma trabalhista (essa parte eu não entendi) será redução a condição análoga a de escravo quando o trabalhador for submetido a trabalhos forçados, jornada exaustiva, estando sujeito a condições degradantes de trabalho ou restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto.
Também cometem este crime os empregadores que cerceiam o uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador com a finalidade de retê-lo no local de trabalho.
Além disso, a vigilância ostensiva no local de trabalho e, ainda, o confisco de documentos e objetos pessoais do trabalhador com o fim de retê-lo no local de trabalho é considerado redução à condição análoga a de escravo.
É possível observar, portanto, que o trabalho reduzido à condição análoga de escravo é não somente o trabalho que cerceia a liberdade do trabalhador, mas também todo aquele que fere a sua dignidade.
Em dias sombrios é preciso ficar atento a todos os nossos direitos já conquistados, e às mudanças políticas e sociais para que esses direitos ainda sejam protegidos.
O trabalho análogo a escravo não é algo do século passado, perdura nos dias de hoje e é preciso de denúncias para que isso acabe e para que os cidadãos tenham uma vida digna de trabalho.

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Stella Santana Lima, advogada, proprietária do escritório Stella Lima Advogada, inscrita na OAB/SP n° 399.117, graduada na Faculdade de Direito de Franca (FDF), conselheira no Conselho Municipal da Condição Feminina, membro ativo do Grupo Niara – Mulheres do Brasil, militante na área do direito das mulheres na cidade de Franca/SP e especializada na área de direito do trabalho.

Recado Importante!

Pessoal, atenção para o recadinho 

Nessa SEGUNDA-FEIRA (29/10) a página do Coisas que todo cidadão DEVE saber e a página do Espaço Contemple-se Mulher estará disponibilizando o “Vídeo Convite” da nossa Série Informativa sobre o Tema: Feminicídio e Violência Contra Mulheres.

Esse vídeo será apresentado de forma rápida o projeto, os objetivos da série e também vocês terão a oportunidade de conhecer todos os membros da nossa equipe. ENTÃO NÃO PERCAM!!! 

Ao final desse vídeo INAUGURAL da série, já será disponibilizado a DATA OFICIAL do nosso “1º Capítulo” sobre o tema. UM MÁXIMO!

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A Pedofilia pelo olhar da Psicologia

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Podemos perceber que em muitos casos de abuso sexual infantil, logo que as pessoas ficam sabendo da notícia já nomeiam o criminoso como pedófilo. Com poucas informações sobre o que realmente é pedofilia, é reproduzido o que é ouvido referente às pessoas e aos casos.

Pensando um pouco, cabem aqui algumas explicações sobre esse assunto. Por muitas vezes apenas apontamos o dedo e nos referimos a qualquer criminoso sexual o nome de “pedófilo” por seus atos cometidos, porém nem sempre que acontece um caso de abuso sexual infantil significa que o tal agressor é pedófilo.

A pedofilia é considerada uma doença e está classificada entre os transtornos parafílicos pelo DSM-V (Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais). A parafilia é considera uma anormalidade, um transtorno psiquiátrico caracterizado por atividades sexuais consideradas como perversão.

Qualquer tipo de transtorno parafílico causa sofrimento ou prejuízo aos indivíduos envolvidos, trazendo uma satisfação que implica em danos e risco próprio e aos outros.

Pela OMS – Organização Mundial de Saúde, a pedofilia é um transtorno psicológico onde o indivíduo tem fantasias sexualmente excitantes, impulsos sexuais, e comportamentos intensos e recorrentes que envolvem atividades sexuais com crianças ou crianças pré púberes (13 anos ou menos). O transtorno aparece ainda na adolescência onde o indivíduo se encontra por volta de seus 16 anos, e na maioria das vezes se relaciona com comportamentos sexuais com crianças 5/6 anos mais novas que eles. As pessoas que apresentam esse transtorno podem ter passado por diversos fatores dentro do seu desenvolvimento pessoal, ambiental, cultural ou familiar, como por exemplo, algum tipo de abuso sexual, agressões, humilhações, perdas, dentre outros.

O diagnóstico de tal parafilia requer muitos pontos a serem considerados e uma avaliação minuciosa de um profissional da psicologia e de um médico psiquiatra.

Dentro de tantos pontos colocados também podemos afirmar que a pedofilia não é crime. O transtorno “pedofilia” não denomina o homem ou a mulher como um ser criminoso, a pedofilia é uma doença e enquanto a mesma não é manifestada de forma que atinja outra pessoa a mesma não pode ser denominada como criminosa. A pedofilia (transtorno) atinge torno de 3% a 5% dos homens, já sobre as mulheres ainda não se tem dados certos, embora seja uma fração menor.

Dentro desse número existem vários casos do transtorno onde a pessoa nunca cometeu nenhum crime, ou seja, nunca cometeu qualquer tipo de comportamento sexual criminoso contra uma criança.

A pedofilia não exige que o mesmo tenha contato sexual com a vitima, a pedofilia pode ser exteriorizada de diversas formas como fantasias e desejos sexuais e não necessariamente abusando e cometendo esses atos com uma criança. O fato de falarmos sobre o assunto não é defender os criminosos sexuais, e sim compreender um pouco mais essa temática, pois o pedófilo é atingido de tal forma pelo transtorno mental que o mesmo é julgado como inimputável, recebendo tratamento através da internação compulsória.

O pedófilo sente a atração sexual por crianças, seu comportamento é habitual, porém a satisfação e excitação sexual só duram até o final do ato, logo após vem um grande sentimento de culpa e vergonha. Pois ele sabe que seu comportamento é inadequado, violento, ilegal e principalmente imoral. (CABETTE, PAULA, 2013).

Tais fatores os diferenciam de pessoas que estupram somente por prazer, não mostrando arrependimento pelo que fazem e sim apenas por terem sido presos.

Não significa que pedófilos saem impune sobre o que fazem, o Código Penal e o ECA – Estatuto da criança e do adolescente tem leis para lidarem com isso. Essas pessoas são punidas de acordo com o crime que é cometido contra crianças ou em mídias virtuais, onde entra a questão da satisfação de suas fantasias.

Infelizmente hoje com a facilidade das redes sociais e da internet lidamos com pessoas que vendem imagens e vídeos, pessoas que fazem parte do comércio de exploração e pornografia infantil, para satisfazer justamente os desejos dessas pessoas. Pessoas que realizam tal atividade contribuem para que esses atos criminosos sejam realizados.

Além de oferecer tratamento e internação para pessoas que sofrem com esse transtorno é preciso também culpabilizar e se atentar aos que usam dessa doença como forma de comercialização e que participam desta rede de exploração infantil.

Concluindo, é importante então entendermos que pedofilia não é crime e sim um transtorno, ou seja, nem sempre o pedófilo coloca em prática suas vontades, desejos e impulsos sexuais. E nem sempre os estupradores/criminosos sexuais são pessoas com o transtorno parafílico “pedofilia”.

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Natalia O. Ferreira (CRP/SP 06/136783), psicóloga e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, idealizadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher.

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O Ato de Tirar a Própria Vida – Setembro Amarelo

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O tabu e o silêncio que se faz em volta do assunto suicídio nos da à impressão de que o mesmo não acontece, porém, nossa realidade está longe de ser essa.

O fato de não falarmos, propaga ainda mais a ideia de que é algo incomum, mas pelo contrario, é algo muito presente em nossa realidade.

Pessoas de todas as idades e classes sócias cometem suicídio!

Podemos falar sobre suicídio, porém mostrando as alternativas que temos para que isso de fato não ocorra. Todos nos sabemos como podemos tirar nossa vida, porém não sabemos por onde e para quem solicitar ajuda antes que isso de fato aconteça.

Em contra partida ao suicídio eu trago o acolhimento, o reconhecimento da dor psíquica de quem esta ao seu lado, mostrar caminhos para que se possa melhorar, com apoio de profissionais da área da saúde. Incentive essas pessoas a falarem sobre sua dor, dando-lhes a oportunidade de dar um novo sentido a sua vida.  Vários são os motivos que levam uma pessoa a cometer suicídio: depressão, relacionamentos sociais, cobranças internas, ansiedade, solidão, medo, luto, fracasso, humilhações entre outros.

Por tanto tempo escolhemos adiar o assunto, mas hoje devemos discutí-lo como questão de saúde publica.

As pessoas precisam ser ouvidas e muitas vezes não damos oportunidades para isso, ouvi-las é essencial, mas essa escuta deve ser amorosa, sem julgamento, calorosa, totalmente acolhedora. Pessoas que passam por problemas emocionais muitas vezes demostram alguns sinais de que estejam pensando em suicídio, elas pedem ajuda. Esses sinais não são uma regra, não acontecem todos ao mesmo tempo, mas se percebermos podemos colaborar para que algo pior não aconteça. Modificação de comportamento, alterações no humor, problemas de conduta, preocupação com a própria morte, falta de esperança, expressões de ideias suicidas, isolamento, exposição ao perigo são alguns dos sinais.

Quando percebemos tais comportamentos podemos perguntar para a pessoa se em algum momento ela pensou em tirar sua própria vida. Sim, claro, devemos!  O acolhimento, o suporte social é um dos grandes fatores que fazem que as pessoas repensem sobre suas vidas.

Frases que muitas vezes são ditas por pessoas que querem tirar sua vida passam despercebidas como, por exemplo; “gostaria de sumir desse mundo”, “gostaria de deitar e não acordar mais”, “as pessoas iram ser mais felizes sem mim”, “eu não aguento mais”, entre outras frases que aparecem como sinais.  As pessoas que ameaçam se matar pedem ajuda e podem mudar de ideia com o apoio de amigos e familiares, e também procurando especialistas para ajuda-lo.

Infelizmente a estatística do suicídio vem aumentando cada dia mais, dentro de uma sociedade competitiva, opressora, agressiva, as pessoas vêm adoecendo cada dia mais, e cada vez mais jovens.

Segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, 90% dos casos de suicídio poderiam ser prevenidos, desde que exista oferta de ajuda voluntaria e profissional.

 Olhando para os fatos também poderíamos prevenir falando cada vez mais sobre isso, levando para dentro de nossos lares, escolas, instituições, compreendendo o porquê isso vem acontecendo e quebrando cada vez mais esse tabu.

Sim precisamos falar sobre suicídio, pois quem tenta faze-lo pede nossa ajuda.

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Natalia O. Ferreira (CRP/SP 06/136783), psicóloga e coordenadora do Contemplar Psicologia & Desenvolvimento de Pessoas, idealizadora do Espaço Psicológico Contemple-se Mulher.

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Estabilidade Provisória da Gestante no trabalho

gravidez

Um dos maiores pontos para a discriminação das mulheres no ambiente de trabalho é a gravidez.

No entanto, conforme a Consolidação das Leis Trabalhistas, não poderá ser motivo de restrição do contrato de trabalho o matrimonio ou a gravidez, e ainda, é garantida à gestante a estabilidade provisória.
A estabilidade provisória da gestante significa que, o empregador não poderá demitir a funcionária que estiver grávida, ainda que seja contrato de trabalho de experiência, ou mesmo, se estiver cumprindo o aviso prévio seja trabalhado ou indenizado.
A estabilidade provisória da gestante é de 5 (cinco) meses após o parto da criança, ou seja, após a criança nascer, o empregador não poderá demitir esta funcionária durante 5 (cinco) meses.

As mães que adotam também possuem o mesmo direito, desde que tenham sido concedida a guarda provisória da criança

É importante lembrar que as mães adotivas também têm o direito a licença maternidade, independente se foi adotada criança ou adolescentes. Neste caso, é necessário termo judicial de guarda.

Portanto, é direito da empregada gestante ou adotante a licença maternidade de 120 dias, sem prejuízo do emprego ou do salário. Para isso, a gestante deverá informar o seu empregador a data do início do seu afastamento.
Além disso, caso seja necessário, o período de afastamento poderá ser aumentado até 2 semanas antes e depois do parto, desde que comprove com atestado médico.
Ainda sobre a licença maternidade, se a mãe falecer, o seu marido ou companheiro terá o direito de afastar o tempo restante que a mãe teria direito, isso não será possível se o pai já tiver abandonado o filho, ou se o filho também tiver falecido.
Vimos, portanto, dois direitos concedidos as gestantes e as adotantes: A estabilidade gestante, na qual o empregador não poderá demitir uma mulher que esteja gravida ou com guarda provisória de uma criança, e a licença maternidade, que é o afastamento da mulher por conta da gravidez ou da adoção.

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Stella Santana Lima, advogada, proprietária do escritório Stella Lima Advogada, inscrita na OAB/SP n° 399.117, graduada na Faculdade de Direito de Franca (FDF), conselheira no Conselho Municipal da Condição Feminina, membro ativo do Grupo Niara – Mulheres do Brasil, militante na área do direito das mulheres na cidade de Franca/SP e especializada na área de direito do trabalho.